- Ricardo Buzzo
- 06 de outubro de 2022, às 11:53
Nos dias de hoje, a pejotização tem sido um assunto muito discutido no Brasil. Esse termo se refere à contratação de um funcionário como Pessoa Jurídica (PJ) em vez de um vínculo empregatício tradicional. Essa prática pode ser considerada vantajosa tanto para a empresa quanto para o trabalhador, mas também tem sido alvo de muita polêmica e controvérsia.
Mito: Pejotização é ilegal
Verdade: Contratações na modalidade PJ são legais, desde que estejam de acordo com as leis trabalhistas e tributárias do país.
Mito: Pejotização é uma forma de sonegar impostos
Verdade: Se a contratação de um funcionário como PJ for feita de forma correta, com emissão de nota fiscal e pagamento dos impostos devidos, não há sonegação de impostos.
Mito: Pejotização é vantajosa apenas para a empresa
Verdade: A contratação na modalidade PJ pode ser vantajosa também para o trabalhador, que tem a possibilidade de escolher seus projetos e clientes, além de poder negociar melhor o valor dos seus serviços.
Mito: Pejotização é uma forma de reduzir custos trabalhistas
Verdade: Embora a contratação como PJ possa reduzir os custos para a empresa em relação a um vínculo empregatício tradicional, ela também implica em custos adicionais para o trabalhador, como a contratação de um contador e a responsabilidade pelo pagamento dos impostos.
Mito: Qualquer trabalhador pode ser contratado como PJ
Verdade: Nem todas as atividades profissionais são compatíveis com a contratação como PJ, e a legislação estabelece algumas restrições nesse sentido.
Em resumo, a pejotização não é ilegal e pode trazer vantagens tanto para a empresa quanto para o trabalhador, desde que seja feita de forma correta e respeitando a legislação trabalhista e tributária. É importante que tanto a empresa quanto o trabalhador estejam cientes dos direitos e deveres envolvidos nessa modalidade de contratação.