As novas formas de pagamento



 

A tecnologia vem inovando em praticamente todos os setores da economia, inclusive no segmento de pagamentos, em território nacional, muitas tecnologias ainda enfrentam muita dificuldade para se firmar, mas no mercado internacional como Japão e EUA já existem a algum tempo e já estão mais do que firmadas. Precisamos pelo menos conhecer esse cenário para não ficarmos desatualizados no meio das novas tecnologias. Fazendo isso ficaremos preparados para quando essas tecnologias de fato se solidificarem em nosso mercado, não temermos por ser algo desconhecido. 

 

Evolução de pagamento 

 

Antes de falarmos das novas tecnologias, precisamos falar sobre como essas tecnologias evoluíram até chegarem no estado onde estão atualmente.

 

Começamos então pelo tão famoso dinheiro de papel que surgiu por volta de 1661. Essa evolução teve uma grande vantagem que foi a facilidade em utilizar o papel ao invés do metal até então utilizados para fazer as moedas.

 

Em 1946, surgiu o cartão de plástico, foi o primeiro cartão divulgado na história, em Nova York.

 

Depois disso vamos para quando as coisas começaram a ficar futurísticas, em 2008 surgia o Bitcoin, a primeira criptomoeda descentralizada, só foi notada e começou a atrair investidores em 2010, quando o valor começou a subir de forma inusitada. Em 2018 a moeda chegou a valer R$64.200,00, e então começaram a surgir os concorrentes para um mercado que parecia exalar crescimento.

 

Hoje estamos vivendo uma época que os especialistas chamam de mobile payment, que ainda não está em alta no Brasil como no exterior, mas ao que tudo indica, mais dia ou menos dia também participaremos da festa. 

 

Criptomoedas 

 

Quando o Bitcoin surgiu uma das coisas que os investidores mais se perguntavam era se o Bitcoin vinha para inovar ou seria apenas uma febre passageira, e a verdade é que ele se provou com o tempo e já não se tem mais dúvidas que é um ativo financeiro promissor. 

Se sua preocupação é a segurança, o Bitcoin utiliza tecnologias de ponta, como o Blockchain que traz arquitetura de rede descentralizada o que evita a duplicidade de registros, o que gera um dos maiores níveis de segurança no mundo da tecnologia, graças a isso, hoje já se pode comprar coisas com Bitcoin, em países como Japão e China, já conseguimos pagar mercadorias, faculdade e até o Aluguel de casa, tudo com Bitcoin.
O Bitcoin é apenas uma de muitas outras hoje existentes, chamamos as criptomoedas alternativas ao Bitcoin de Altcoins. 

 

Pagamento Wearable 

 

Os wearables para explicar de forma bem simplificada, são roupas e acessórios capazes de se conectar com outros dispositivos ou até mesmo a redes. Uma aposta que já começou a vir para o Brasil e com o tempo pode se tornar muito promissora, podemos citar como exemplo as pulseiras de pagamento do Santander, se comunicam por aproximação e podem fazer pagamentos sem que precise levar o cartão. A perspectiva para 2020 é que se popularizem ainda mais, ganhando mais formas além de pulseiras.

 

Pagamento digital ao redor do globo 

 

Hoje em dia é muito comum realizarmos pagamentos “invisíveis” sem sequer percebermos, essa tendência esta mais presente em nossa vida do que podemos imaginar. Um ótimo exemplo do dia a dia é o Uber quando pagamos pelo cartão de crédito, ao sairmos do carro o pagamento é feito para um intermediário, nosso pagamento não vai direto para a conta do motorista. O mercado livre faz isso a muitos anos também, atuando como um intermediário de pagamento entre o consumidor e o lojista. A verdade é que o pagamento com dinheiro físico (de papel) tende a sumir, e um candidato forte para assumir este lugar é justamente estes intermediários ‘’invisíveis”.

 

Hoje, provavelmente a tecnologia mais comum para pagamentos aqui no Brasil seja o cartão digital que diferente do cartão físico, só é valido para uma ou um pequeno grupo de compras. A possibilidade de fraude ou clonagem é praticamente nula.

Como podemos perceber, as inovações aqui no Brasil ainda insistem em grande parte no e-commerce, além das tecnologias que já temos, esperamos que as tecnologias citadas aqui se tornem realidade em poucos anos, com isso, é esperado que ocorra um impacto considerável na população e no comércio em geral. Mas me diz aí, você está preparado para o futuro?

 

Pelo não ou pelo sim, não deixe de acompanhar os posts do blog que a gente te atualiza de tudo de novo no mundo fiscal e empreendedor. 

sobre nós

OGESTOR SISTEMAS

Desenvolvimento de soluções web e mobile para empresas: Emissores Fiscais, CRM e Sistemas ERP para Gestão.

você pode gostar também

Descubra como transformar críticas de clientes em estratégias para melhorar o seu negócio e crescer.
  • Alex Reissler
  • 20 de agosto de 2024, às 16:30
Clientes insatisfeitos são oportunidades
MPEs, preparem-se para 2025! Descubra como a organização fiscal impacta seu sucesso e evite problemas com a Receita Federal.
  • Alex Reissler
  • 27 de dezembro de 2024, às 15:06
Organização Fiscal, O Guia das MPEs para 2025
O MVP, ou Produto Mínimo Viável, é uma abordagem de desenvolvimento de produto que se tornou cada vez mais popular nos últimos anos.
  • Ricardo Buzzo
  • 14 de março de 2023, às 12:40
MVP: Saiba por que o Produto Mínimo Viável se tornou tão popular
Descubra por que oferecer benefícios corporativos é essencial para a retenção de talentos e o sucesso dos negócios.
  • Ricardo Buzzo
  • 27 de fevereiro de 2023, às 13:06
A importância dos benefícios corporativos para as empresas
Cursos de empreendedorismo para fortalecer seu negócio.
  • Alex Reissler
  • 21 de maio de 2024, às 07:45
Capacitação Profissional e Empreendedorismo
Entenda os riscos em 2024: milhares de pequenas empresas correm o perigo de serem excluídas do Simples Nacional. Saiba mais sobre as propostas de atualização e o impacto na economia.
  • Alex Reissler
  • 23 de novembro de 2023, às 17:40
Simples Nacional 2024: Risco de Exclusão para Milhares de Empresas
Estudo revela que MEIs representam 7 em cada 10 novas empresas criadas em abril.
  • Alex Reissler
  • 27 de julho de 2023, às 16:30
MEIs lideram crescimento empresarial